Ando perdida, sem rumo
Sem olhar ao horizonte
Deixando de lado o ritmo
Que me guiava pelo monte.
Segura na noite
Que fere sem piedade
O dia que se esvai
Na ora do poente
Durmo quando todos vão para o batente
Esteticamente irreverente
aos costumes tão polidos
de nossa sociedade carente
Quando tudo está de pé
Eu me deito
Quando me levanto
O mundo se esvai sob meus joelhos
Levo-me presa
Aos costumes gentis
Do dia desnexo
Na noite serena, de motivos tão compreensíveis.
Sem rumo, sem localidade
Sem bússola ou amizade
Sem caminho ou piedade.
Sem olhar ao horizonte
Deixando de lado o ritmo
Que me guiava pelo monte.
Segura na noite
Que fere sem piedade
O dia que se esvai
Na ora do poente
Durmo quando todos vão para o batente
Esteticamente irreverente
aos costumes tão polidos
de nossa sociedade carente
Quando tudo está de pé
Eu me deito
Quando me levanto
O mundo se esvai sob meus joelhos
Levo-me presa
Aos costumes gentis
Do dia desnexo
Na noite serena, de motivos tão compreensíveis.
Sem rumo, sem localidade
Sem bússola ou amizade
Sem caminho ou piedade.
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